o regresso do kursk!
até parece de propósito. um tipo já não pode tentar levar uma vida saudável e fazer desporto. ou é porque parte uma perna em circunstâncias que ainda estão por perceber, ou, vê a sua prátia desportiva constantemente boicotada.
após tão traumática lesão ocorrida nesse palco glorioso que é o cimento do Clube Operário do Campo Pequeno, rendi-me à natação que os senhores ortopedistas me tentavam receitar como a cura à escliose que se moldou a minha coluna. sempre resisti ao longo dos anos, mas, com a idade, vamos ficando mais tenros e alguns preconcenitos tendem a diluir-se.
daí que inscrevi-me, na companhia do meu grande amigo e colega de bola, jaimemorto. a quem aliás, agradeço mais uma vez a gentileza de me ter socorrido e transportado ao hospital no dia do malfadado acidente.
fizemos a inscrição na piscina do areeiro. desde então, muitos água correu debaixo da ponte e muitas histórias mais podiam ser aqui relatadas. bem, mas vamos ao que interessa.
depois de ter visto a minha natação (da qual até aprendi a gostar!), ser impedida em diferentes ocasiões pelo vómito, urina ou até pelo sangue derramado por acidentes no cais e tanque, só faltava acontecer isto.
depois de tomar o chuveiro incial obrigatório e, de ter passado pelo lava-pés, ali estava eu, sozinho no cais, corpo molhado, calção justo de cor escura, touca e chinelos a condizer, pronto a dar início aos exercícios de aquecimento quando, os dois nadadores-salvadores acompanhados por uma funcionária do estabelecimento impedem-me de efectuar o mergulho glorioso para a água. não!? seria possível?! novamente impedido?! o facto de estarem os três, na altura da minha entrada no cais, à beira da piscina a tntar identificar algo que, aparentemente encontrava-se dentro de água, fez aumentar ainda mais as minhas suspeitas.
aproximei-me do local. no fundo, duas manchas escuras inertes. um dos nadadores peruntou-me - acha que é cócó? - naquela altura, percebi que já não ía nadar. é claro que era cócó. até eu, sem óculos conseguia perceber isso. um belo submarino longilíneo coadjuvado por uma redonda carlota pousados no fundo do mar. um líquido amarelo emanava e dissolvia-se na água. estava a desfazer-se portanto. era fresco!
a confirmação veio pouco depois. a piscina ía encerrar para limpeza...
após tão traumática lesão ocorrida nesse palco glorioso que é o cimento do Clube Operário do Campo Pequeno, rendi-me à natação que os senhores ortopedistas me tentavam receitar como a cura à escliose que se moldou a minha coluna. sempre resisti ao longo dos anos, mas, com a idade, vamos ficando mais tenros e alguns preconcenitos tendem a diluir-se.
daí que inscrevi-me, na companhia do meu grande amigo e colega de bola, jaimemorto. a quem aliás, agradeço mais uma vez a gentileza de me ter socorrido e transportado ao hospital no dia do malfadado acidente.
fizemos a inscrição na piscina do areeiro. desde então, muitos água correu debaixo da ponte e muitas histórias mais podiam ser aqui relatadas. bem, mas vamos ao que interessa.
depois de ter visto a minha natação (da qual até aprendi a gostar!), ser impedida em diferentes ocasiões pelo vómito, urina ou até pelo sangue derramado por acidentes no cais e tanque, só faltava acontecer isto.
depois de tomar o chuveiro incial obrigatório e, de ter passado pelo lava-pés, ali estava eu, sozinho no cais, corpo molhado, calção justo de cor escura, touca e chinelos a condizer, pronto a dar início aos exercícios de aquecimento quando, os dois nadadores-salvadores acompanhados por uma funcionária do estabelecimento impedem-me de efectuar o mergulho glorioso para a água. não!? seria possível?! novamente impedido?! o facto de estarem os três, na altura da minha entrada no cais, à beira da piscina a tntar identificar algo que, aparentemente encontrava-se dentro de água, fez aumentar ainda mais as minhas suspeitas.
aproximei-me do local. no fundo, duas manchas escuras inertes. um dos nadadores peruntou-me - acha que é cócó? - naquela altura, percebi que já não ía nadar. é claro que era cócó. até eu, sem óculos conseguia perceber isso. um belo submarino longilíneo coadjuvado por uma redonda carlota pousados no fundo do mar. um líquido amarelo emanava e dissolvia-se na água. estava a desfazer-se portanto. era fresco!
a confirmação veio pouco depois. a piscina ía encerrar para limpeza...
3 Comments:
há necessidades da tripa que a razão desconhece. No fundo, uma piscina municipal, entidade pública, permite que tudo lá se faça, o povo é soberano. Mesmo se estiver de diarreia. Vai um mergulho?
1:41 da tarde
O cloro faz maravilhas!
9:55 da manhã
Isso merece uma indemnização por danos morais...
3:59 da tarde
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